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TOP 10 Épico
Seguindo a indicação do amigo blogueiro Evandro, do Cinelândia.
10 - O Último Samurai (The Last Samurai, 2003) Dir.: Edward Zwick

9 - Trilogia O Senhor dos Anéis (Lord of the Rings: Trilogy, 2001, 2002, 2003) Dir.: Peter Jackson
  
8 - Gladiador (Gladiator, 2000) Dir.: Ridley Scott

7 - O Patriota (The Patriot, 2000) Dir.: Roland Emmerich

6 - Dança com Lobos (Dance with Wolves, 1990) Dir.: Kevin Costner

5 - Coração Valente (Braveheart, 1995) Dir.: Mel Gibson

4 - Lawrence da Arábia (Lawrence of Arabia, 1962) Dir.: David Lean

3 - Os Dez Mandamentos (The Ten Commandments, 1956) Dir.: Cecil B. DeMille

2 - Spartacus (Spartacus, 1960) Dir.: Stanley Kubrick

1 - Ben-Hur (Ben-Hur, 1959) Dir.: William Wyler

Escrito por Gabriel Carneiro às 14h07
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O cinema brasileiro de 2005
Muitos dizem que o cinema brasileiro está em sua melhor fase, com produções maravilhosas que rivalizam e muito com produções americanas. Dizem que o cinema brasileiro tomou um novo rumo. Eu não posso negar que há produções brasileiras novas maravilhosas, só para citar três: Cidade de Deus, Bicho de Sete Cabeças e Copacabana, mas até aí dizer que é um revolução, não dá. As produções brasileiras tem me interessadomuito e cada vez, mais e mais, quero ver filmes nacionais, mas são apenas bons filmes, produções interessantes que ainda exigem muito para se tornarem ao menos inesquecíveis. Dizem que rivaliza com produções estrangeiras, mas isso em nenhum momento serve como comparação. Filme ruim tem em tudo quanto é lugar. Hoje, por exemplo, assisti um filme espanhol ruim. Semana passada assisti um colombiano e um americano.
O cinema brasileiro é bom, está em uma boa fase. Eis dois filmes de 2005 que me agradaram:
O Casamento de Romeu e Julieta (Idem, 05) 
Eu realmente gostei desse filme, não importa que todos tenham muito cirticado a nova produção de Bruno Barreto. Fazia tempo que eu não via algo tão criativo com uma história já tão manjada. Um filme extremamente despretensioso feito exclusivamente para rir. Não foi feito para alguma reflexão, e sim, para puro relaxamento. Mas pode-se fazer uma sobre o conteúdo, no aspecto social, sobre futebol e sua relação com a população: um meio de escape para pessoas que não tem mais nada a fazer da vida a não ser se tornar um fanático, a ponto de brigar por causa de uma derrota. E o divertido do filme é brincar com essa rivalidade entre dois times de futebol paulistanos. Além disso o filme ainda serve para fazer dois atores brilharem: Luiz Gustavo e Marco Ricca, pricipalmente Luiz. Sou fã dele desde o extinto Sai de Baixo. Esse cara é o cara, com certeza uma das melhores interpretações do ano. Fez-me engasgar algumas horas, e é difícil me fazer rir bastante. Marco Ricca também fantástico com uma das melhores tiradas do filme ("E aí, tudo em cima?" e "Eu sou corintiano, porra"). O cinema nacional pelo menos tem isso de muito bom. Romeu é um corintiano fanático e acaba se apaixonando por Julieta, palmeirense e filha de palmeirense roxo. Para conquistar o sogro, ele tem de se passar por palmeirense. E é com essa premissa que muitas situações hilárias se desenrolam. Como eu ri nesse filme, fazia tempo que não fazia isso. E doa a quem doer, O Casamento de Romeu e Julieta é um filmaço sim. Um filme não precisa ser pretensioso para ser bom.
Nota: 79/100
Quase Dois Irmãos (Idem, 05) 
Este, um filme já sério que aborda a ditadura militar, me cativou menos. Acho que foi porque minhas expectativas eram maiores, mas Quase Dois irmãos poderia ser muito melhor. Para começar pelo escolha de atores que interpretam ambos mais velhos, Jorginho aparenta ser muito mais velho que Miguel, mesmo ambos tendo a mesma idade. E eu não gosto realmente do Caco Ciocler. Mas, mesmo assim, o filme me agradou. Ora interessante, ora cansativo, o filme mostra a vida de Jorginho e Miguel em três momentos: na infância quando se conheceram; na velhice quando Miguel é deputado e Jorginho comandante do Comando vermelho; e na juventude, quando estavam na prisão de Ilha Grande na década de 1970. E é na prisão que o rumo de ambas as vidas são tomadas. Miguel sempre querendo igualdade entre todos, e Jorginho antes no lado dos "subversivos" e depois se tornou o chefe do crime lá dentro. Eu gosto muito do período da ditadura historicamente falando, e pelo menos a isso o filme serve como ponto de partida para se aprender como eram tortuosos aqueles tempos. Lucia Murat mostra que é uma diretora de qualidade e perseverança, após anos de realização. Quase Dois Irmãos significa a impossibilidade de existir irmandade - o fracasso da utopia esquerdista em querer igualdade e integração social. Um filme que poderia ter tudo para ser muito melhor, mas que é superficial ou muito preso a apenas um ponto de vista. Ainda bem que temos o lado poético para ascender no filme o seu melhor momento: Flavio Baudaqui recitando Fernando Pessoa - "Temos todos duas vidas, uma que sonhamos, uma que vivemos".
Nota: 70/100
Filmes brasileiros de 2005 que anseio ver, e bastante - por enquanto: Cabra Cega, Jogo Subterrâneo, Feminices e O Cárcere e a Rua.
Escutando: CD (Perfil - Chico Buarque); Música (Time in a Bottle - Jim Croce)
Escrito por Gabriel Carneiro às 22h08
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TOP 10 Terror
PS: Não foram incluídos os filmes que eu considero Terror Trash, que em breve também terão um TOP.
10 - O Exorcista (The Exorcist, 1974) - Dir.: Willian Friedkin

9 - A Profecia 3 - O Conflito Final (The Final Conflict, 1981) - Dir.:Graham Barker

8 - O Chamado (The Ring, 2002) - Dir.: Gore Verbinski

7 - Haloween - A Noite do Terror (Halloween, 1978) - Dir.: John Carpenter

6 - The Evil Dead - A Morte do Demônio (The Evil Dead, 1981) Dir.: Sam Raimi

5 - Os Pássaros (The Birds, 1963) - Dir.: Alfred Hitchcook

4 - Entrevista com o Vampiro (Interview with the Vampire, 1994) - Dir.: Neil Jordan

3 - O Iluminado (The Shining, 1980) - Dir.: Stanley Kubrick

2 - Psicose (Psycho, 1960) - Dir.: Alfred Hitchcook

1 - A Profecia (The Omen, 1976) - Dir.: Richard Donner

Escrito por Gabriel Carneiro às 23h25
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Cliente Morto Não Paga (Dead Men Don't Wear Plaid, 82)
Cliente Morto Não Paga, de Carl Reiner, é uma comédia, uma sátira aos filmes noir de muito bom gosto - sempre que possível nota-se que a fotografia está diferente devido ao fato das montagens de filmes antigos, mas nada que deixe o filme menos criativo. Reiner enxerta situações cômicas e boas piadas ao clima de suspense do filme noir - na verdade não passa de uma excelente comédia temática - utilizando um dos melhores atores de comédia da atualidade.
Apresenta o envolvimento entre o detetive Rigby Reardon (Steve Martin) e Juliet Forrest (Rachel Ward), a mocinha inocente cujo sua personagem é vítima de uma conspiração maligna para conquistar o mundo, de modo fanático há a apresentação dos bandidos, sempre cômica, além de haver uma química esplêndida entre eles. Fora as sensacionais tiradas, que Reiner dá no filme, como logo após a chegada de Juliet ao escritório de Rigby, onde ela fica inconsciente e ele acaba se encantando com ela e "arrumando-a" de modo irônico aos costumes da época (década de 40), ou quando a palavra “cleaning womam” (faxineira) é pronunciada, provocando um ataque em Rigby.
Basicamente a história é contada de modo peculiar e se baseia em um detetive tentando desvendar um enigma (um assassinato) e conquistar a mocinha. Hilariamente, Martin não conquista apenas Juliet, ele conquista a todos espectadores com sua dose de humor no seu melhor papel no cinema. Para ajudá-lo Reiner utilizou cenas de famosos atores em diversos filmes montando-as em Cliente Morto Não Paga, como Humphrey Bogart em seu melhor estilo como alcoólatra e ajudante de Rigby, que mesmo sendo montagem, figura muito bem como o coadjuvante do filme. Além de outras participações: Burt Lancaster, Ingrid Bergman, Kirk Douglas, Alan Ladd, Charles Laughton, entre outros.
Cliente Morto Não Paga é o típico filme sarcástico e satírico, onde Steve Martin rouba a cena e conquista a todos, sem utilizar grandes efeitos, apenas montagens e a ótima trilha sonora de Miklos Rozsa. Esse é um dos melhores filmes de comédia já produzidos, tendo situações e piadas inteligentes, ao contrário da maioria das comédias dos últimos vinte poucos anos, onde não passam de comédias pastelões com piadas que chegam a ser embaraçosas de assistir. Assistam, vale muito a pena. "Um filme empolgante e cheio de ação, como os filmes dos anos 40 costumavam ser!”.
Nota: 96/100 - crítica feita em meados de 2002 (perdoem a falta de qualidade nela - acho que devia colocar essa crítica aliás numa sessão "Críticas do Jardim de Infância" como Gustavo fez)
Escutando: CD (Chutes Too Narrow - The Shins); Música (Everything Will Be Alright - The Killers)
A Descobrir
Perfume de Mulher (Scent of a Womam, 92) - Por mais que o Al Pacino seja a razão do filme ser o que é, não se pode menosprezar os fantásticos diálogos entre Frank e Charlie, pérolas inesquecíveis. Sem dúvida a melhor performance de Pacino e o melhor filme de Brest. A história de um cego nunca foi tão bem contada, e a cena do tango é simplesmente uma das melhores da história. [100]
Escrito por Gabriel Carneiro às 10h42
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TOP 10
Hoje eu inicio uma coluna semanal com o meu TOP 10 filmes, cada semana com um gênero diferente. Peço aos leitores que mandem sugestão de gêneros, e toda terça atualizarei. Começo com um gênero que me agrada muito, os filmes de máfia e gângsters.
Obs.: Desculpem a obviedade.
TOP 10 Máfia/Gângsters
10 - Scarface (Scarfce, 1983) - Dir.: Brian De Palma

9 - Cães de Aluguel (Reservoir Dogs, 1992) - Dir.: Quentin Tarantino

8 - Pulp Fiction - Tempo de Violência (Pulp Fiction, 1994) - Dir.: Quentin Tarantino

7 - O Poderoso Chefão III (The Godfather: Part III, 1990) - Dir.: Francis Ford Coppola

6 - Estrada Para Perdição (Road to Perdition, 2002) Dir.: Sam Mendes

5 - Os Bons Companheiros (Godfellas, 1990) Dir.: Martin Scorsese

4 - Os Intocáveis (The Untouchables, 1987) Dir.: Brian De Palma

3 - Era Uma Vez na América (Once Upon a Time in America, 1984) Dir.: Sergio Leone

2 - O Poderoso Chefão II (The Godfather: Part II, 1974) Dir.: Francis Ford Coppola

1 - O Poderoso Chefão (The Godfather, 1972) Dir.: Francis Ford Coppola

Escrito por Gabriel Carneiro às 18h25
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Herói (Ying Xiong, 02)
Herói não é um filme comum, e isso me agradou bastante. Sempre tive em crença que cinema também é forma, e não apenas conteúdo. Conteúdo, sem dúvida, é o que conta mais para mim, mas um filme cujas imagens remetem a uma poesia visual estará sempre em alto no meu conceito. Um exemplo disso é, além desse, Primavera, Verão, Outono, Inverno e... Primavera, outro filme asiático - e curioso é ver que os filmes que mais me comovem visualmente são os aisáticos - que comentei há um tempo, dizendo o quão maravilhado havia ficado com a bela fotografia e direção de arte. E com Herói não é diferente, as paisagens, os cenários são tudo parte de um grande universo de belezas esplendorosas, sem falhas e pormenores. E a vantagem da película não é só a beleza cenográfica, mas também coreográfica, e a história interessante (só posso me queixar de alguns diálogos meio toscos).
Zhang Yimou é um cara que merece todo meu apresso. Não é qualquer um que consegue tamanha qualidade num filme, as cenas filmadas são lindas, algo que dá um enorme prazer de assisitr. Para mim, diálogos ou qualquer tipo de comunicação verbal poderia ser eliminada, e o filme já encantaria. Herói é um filme de arte, essencialmente visual, magistralmente fotografado. E a maneira que Yimou preteriu falas a gestos, mudanças de cenários e a lutas é fenomenal. Só de lembrar da luta entre Neve Que Voa e Lua, e da mudança de cor das folhagens, já me arrepio. E pensar que ele ainda seria a causa de um dos mais belos finais que presencio em O Clã das Adagas Voadoras - só o final já o dobro que você paga pelo ingresso. Eu realmente adoro filmes líricos, poesia cinematográfica.
Na China antiga, ainda dividida em sete reinos, o monarca de Qin sonha com uma China unificada, e resolve fazer isso a força. Três grandes assassinos o ameaçam constantemente. Um dia um herói sem nome aparece com as armas dos três assassinos afirmando tê-los matado.
Quem diria que eu gostaria da performance de Jet Li. Pois é, me surpreendi, vai ver porque ele não está fazendo aqueles péssimos filmes de ação americanos, onde ele só pula e tenta ser um discíplo de Jackie Chan (eu realmente odeio esse cara - ainda bem que ele recusou o papel do monarca de Qin nesse filme). Zhang Ziyi é tão maravilhosa, eu adoro quando atrizes conciliam a qualidade física com a de interpretrar. Tony Leung e Maggie Cheung completam a qualidade do elenco, tornando simplórias lutas (que poderia ser banais como as dos filmes americanos de Jet Li) em arte, um balé no ar. Lutas completamente coreagrafas para o deleite do espectador que fica atento a cada movimento de exuberância, tornando algumas cenas imorredouras.
Fico pasmo desse filme não ter levado o Oscar de Filme Estrangeiro, e ter sido completamente ignorado nas categorias de Fotografia e Direção de arte & Cenários. A trilha sonora também é maravilhosa. Voltando a fotografia - não me canso de ser redundante quanto a isso - é realmente esplendorosa. É algo que eu, pessoa pobre de vocabulário e pouco criativo, não consigo exprimir. Podem contar com uma indicação minha para esse filme em pelo menos três categorias - isso se meu blog persistir. Creio que as imagens acima digam mais que qualquer possível comentário meu. Num mundo horrível em que vivemos, vale sempre ver algo de belo.
Ah, eu adoro esse nomes bizarros do oriente antigo como Neve Que Voa e Espada Quebrada, até Céu.
Nota: 85/100
Escutando: CD (Hot Fuss - The Killers); Música (Luv - Travis)
A Descobrir
O Fantasma da Liberdade (Le Fantôme de la Liberté, 74) - Finalmente pude ver do que Buñuel é capaz, porque eu sinceramente não tenho como descrevê-lo. Uma crítica ferrenha ao maquinalismo, com muita ironia e humor. Com cenas super absurdas e propostas inovadoras, é um belo exemplo do Surrealismo no cinema. Agora me animei para ver mais de sua obra. diria a história, mas a falta de lógica não me permite fazer uma sinopse. Ainda vou mais longe, O Fantasma da Liberdade fez tudo o que Godard tentou fazer em Demônio das Onze Horas. [ainda a decidir]
Escrito por Gabriel Carneiro às 11h04
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Filmes vistos em março legenda: revistos
Desculpem a falta de posts atualemente, mas estou bem desanimado. Espero poder voltar em grande forma. Quem sabe com um texto sobre Herói.
- Minha Luta (Mein Kampf, 61)
[81]
- A Nova Onda do imperador (The Emperor's new Groove, 00)
[60]
- O Lenhador (The Woodsman, 04)
[78]
- O Colosso de Rodes (Il Colosso di Rodi, 61)
[84]
- Fuga à Meia Noite (Midnight Run, 88)
[85]
- O Fantasma da Ópera (The Phantom of the Opera, 43)
[67]
- Parente... È Serpente (Parenti serpenti, 92)
[86]
- A Aventura (L'Avventura, 60)
[75]
- Garota, Interrompida (Girl, Interrupted, 99)
[48]
- O Outro Lado da Cama (El Otro lado de la Cama, 02)
[57]
- Hora de Voltar (Garden State, 04)
[68]
- Eterno Amor (Un Long Dimanche de Fiançailles, 04)
[70]
- Brilho Eterno de uma mente Sem Lembranças (Eternal Sunshine of the spotless Mind, 04)
[100]
- Resident Evil - O Hóspede Maldito (Resident Evil, 02)
[11]
- Antes do Amanhecer (Before Sunrise, 95)
[98]
- Antes do Pôr-do-Sol (Before Sunset, 04)
[98]
- Belíssima (Belíssima, 51)
[83]
- Desafio no Bronx (A Bronx Tale, 93)
[70]
- Rollerball (Rollerball, 02) 0 [5]
- Perfume de Mulher (Scent of a Womam, 92)
[100]
- Constantine (Idem, 05)
[50]
- Herói (Ying Xiong, 02)
[85]
- Robôs (Robots, 05)
[56]
- Depois Daquele Beijo (Blowup, 66)
[86]
- O Furacão (The Hurricane, 37)
[52]
Comentários: 25 filmes - um mês muito bom por sinal em qualidade. Brilho Eterno de uma mente sem Lembranças, Antes do Amanhecer e Antes do Pôr-do-Sol melhoram muito com uma revisão; Belíssima é um filmaço de Visconti, ao contrário de O Leopardo, não é nenhum pouco cansativo; Rollerball é um lixo; Perfume de Mulher é o típico filme fórmula, mas com um Al Pacino genial e excelente diálogos, um dos meus preferidos de sempre; Constatine só vale por John Constantine, porque o resto é uma outra versão de O Fim dos Dias; Robôs é um filme que faz parte da safra de animações medíocres, mas tem bons momentos; preciso rever Depois daquele Beijo, deve ficar melhor ainda; O Furacão, de John Ford, me foi uma decepção - esperava mais do cara de Vinhas da Ira.
Escutando: CD (Starfish - The Church); Música (Juliet - Robin Gibb)
Melhores filmes
- Brilho Eterno de uma mente Sem lembranças
- Perfume de Mulher
- Antes do Pôr-do-Sol
- Antes do Amanhecer
- Parente... É Serpente
Piores filmes
- Rollerball
- Resident Evil - O Hóspede Maldito
- Garota, Interrompida
- Constantine
- O Furacão
Escrito por Gabriel Carneiro às 11h27
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